Confessionário: Um Amor Sem Príncipes e Cavalos Brancos, Por Favor…

Leia ouvindo Comfortable – John Mayer!

Ela sempre quis uma história de amor daquelas nem um pouco parecidas com as contadas nos livros ou nos filmes da Disney. Nunca esperou seu príncipe montado num cavalo branco, ela simplesmente só queria um amor modesto, daqueles que arrancam suspiros mais deixam o coração, ela só queria que alguém à amasse de uma forma especial. Que a compreendesse como ninguém, que a tratasse bem e que fizesse um leite quente pra ela nas noites geladas.

Não queria alguém que lhe desse o mundo, mas sim alguém que fosse capaz de transformar o seu. E que não o deixasse cor de rosa, pelo contrário só queria alguém que fosse capaz apenas colocar algumas flores no seu mundo preto e branco. Não pedia muito, queria pouco, pois achava que esse “pouco” seria o suficiente pra ela.

Queria um amor igual o de uma história real conhecida por ela, a história de dois estranhos que ela viu um dia num vídeo na internet. O amor que começou amigo, que começou pequeno, mas que aos poucos foi tomando dimensões maiores… Eles eram melhores amigos, um entendia cada milimetro do outro, eram cúmplices, se conheciam como ninguém e por um truque do destino os dois se viram perdidamente apaixonados um pelo outro, e viviam um intenso amor. Era uma história de amor invejável, daquelas dignas a ser eternizada nas páginas de um livro.

Ela queria um amor que acima de tudo fosse amigo, igual o dos estranhos citados acima. Alguém que à compreendesse, que soubesse dos seus pontos fracos, que a fizesse sorrir sem apenas disser nada, alguém que dividisse um pequeno flat com ela sem se importar com o tamanho do mesmo e nem com a bagunça que ela faz ao se arrumar. Não queria alguém que gostasse dos mesmos seriados que ela, só queria alguém que não se importasse de assisti-los com ela de vez em quando. Que  risse quando ela chorasse igual uma boba por conta da cena triste do filme ou que a abraçasse na parte forte do filme de terror.

Jurava que não pedia muito, apenas  alguém que a fizesse se sentir protegida e que a amasse acima de tudo. Alguém pra caminhar no parque, que cantasse musicas que ela gosta só para vê-lá cantando igual uma doida. Que à fizesse cocegas para só para ter o prazer de vê-la se contorcendo de tanto rir e que pedisse em troca de clemencia vários beijos.

Diziam que ela era boba por esperar alguém assim e que ela morreria esperando por esse amor. Mas ela não se importava, estava disposta a esperar o tempo que fosse para poder viver sua história de amor (que segundo ela não seria perfeita, mas que à faria muito feliz), até porque algo dentro dela dizia que esse amor estava mais próximo do que ela imaginava, mas se engana quem acha que ela não sabia quem era seu grande amor futuro… Ah, ela sabia… Sabia tudo sobre aquele moço dos olhos verdes e cabelos muito bem alinhados, que ela conhecia como a palma da sua mão. Talvez ela até esteja enganada, mas não se importa, ela prefere esperar olhando o por-do-sol… (de preferência deitada no colo desse moço, que ela conhece tão bem e que tem certeza que ele é o seu príncipe nada encantado).

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Publicado em Confessionário por Liz Santos. Marque Link Permanente.

Sobre Liz Santos

Liz Santos, 16 anos, libriana, nascida em campinas –sp . Apaixonada por laços, caveiras, fotografias, livros, moda, skate, livros, chocolates, balas e cupcake. Um projeto de escritora, amo escrever – mesmo que as vezes só saiam besteiras -, futura jornalista e com uma mania super incontrolável de hipérboles. ADORO desenhos animados - em especial Os Simpsons e Bob Esponja -. Louca pela Avril Lavigne e os meninos do ATL *u*. Meu livro preferido desde o mês passado é A Ultima Música. Ficar horas na internet é meu hobby - seguido logo depois de dormir e comer -. Gosto de músicas dançantes e coisas que me façam rir. Valorizo cada pequeno detalhe da vida. Adoro pandas - meu sonho é encontrar um panda anão pra trazer pra casa*u* - e series como Two and a Half Man e Gossip Girl. Criei o Sonhos de Uma Manhã, no dia 5 de setembro de 2012, como uma distração pra ocupar minhas horas vagas e para poder dividir minhas histórias, dicas e meu amor por moda e escrever . Eu sempre tive vontade de ter um blog, e de um tempo pra cá essa vontade aumentou, mas eu tinha medo de não dar certo e blábláblá. Ai, tomei vergonha na cara e criei coragem pra por esse sonho em prática. Adoro postar todos os dias aqui e tenho minhas leitoras como amigas, que me fazem um bem danado quando eu entro aqui todos os dias e vejo quanta gente, de tantos lugares diferentes até mesmo do mundo lêem diariamente o que eu escrevo. E sinceramente? Isso é muito gratificante. E se tem uma coisa que eu me arrependo até hoje é de não ter criado esse blog antes.

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